Os temas abordados pela mídia e colocados em discussão entre as rodas familiares e de amigos são diversos. Assuntos que vão desde os problemas da adolescência até os mais violentos, como o trânsito brutal, que causa tanta repercussão. A imprudência no trânsito, determinante de tantas mortes, tornou-se um tanto quanto natural pela constância de casos registrados e divulgados.
De acordo com as estatísticas, o número oficial de mortos no Brasil, vítimas de acidentes de trânsito, chega a 35 mil por ano, isso porque são contadas apenas aquelas vítimas que morrem no local do acidente. As demais, que falecem no hospital ou mesmo a caminho deste, não são contabilizadas, o que resulta em um número muito maior de vítimas de acidentes de trânsito.
Teoricamente, estes dados deveriam ser os menores possíveis, já que para a retirada da habilitação, as exigências percorrem desde os menores detalhes até os mais significantes. O Detran estabelece o máximo na aplicação de uma prova prática, reprova por mínimos deslizes, mas passa se a contribuição do aluno for bem “humilde” (para não usar a palavra extorsão), permitindo de forma ilegal a habilitação de uma pessoa despreparada.
Todas as cobranças feitas pelo órgão responsável de trânsito, das necessárias às desnecessárias, tornam-se supérfluas quando o documento se encontra em mãos. O aprendizado é em vão, motoristas intransigentes não se preocupam nem com a própria segurança, que dirá com a do próximo. Parcela de culpa das exigências ridículas do Detran, como o uso incansável de setas e a consideração (que na prática não existe), quando diz respeito à preferência do motorista. Outra parcela dos indivíduos que não cumprem com as leis de trânsito, que se embriagam e fazem do automóvel uma arma, colocando a vida de muitos a mercê de tanta irresponsabilidade.
sábado, 17 de maio de 2008
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